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terça-feira, 11 de setembro de 2012

MP impugna registro de vice do PT em Osasco

 



O Ministério Público Eleitoral impugnou ontem o registro do candidato a vice-prefeito do PT em Osasco, o vereador Valmir Prascidelli. O pedido foi feito com base em informações prestadas pelo Tribunal de Costas do Estado (TCE), que apontavam irregularidade na prestação de contas de Prascidelli enquanto secretário de Habitação em Embu (2001-2002).


A Justiça Eleitoral ainda não se manifestou sobre a impugnação. A Coligação Osasco Unida com a Força do Povo informou, por meio da assessoria de imprensa, que ainda não foi notificada sobre a ação do Ministério Público. A campanha destacou, no entanto, que a “suposta irregularidade” questionada pelo órgão já fora motivo de pedido semelhante, durante as eleições de 2010, com mérito recusado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).


Ex-presidente do Ceagesp, Prascidelli é vice de Jorge Lapas, que virou o titular do PT na corrida em Osasco depois do então candidato petista, João Paulo Cunha, ter renunciado na esteira da condenação no processo do mensalão.


Fonte: http://blogs.estadao.com.br/julia-duailibi/mp-impugna-registro-de-vice-do-pt-em-osasco/


 

domingo, 9 de setembro de 2012

Parabéns para o Ministério Público Eleitoral de Santa Catarina, na pessoa do promotor eleitoral Sidney Dalabrida, pela sua coragem e integridade contra a APOLOGIA da maconha pelo tucano depravado. Reprovamos o comportamento do Tucano FHC e da Socialista Soninha.

Justiça de Florianópolis proíbe santinho de "candidato da maconha" por parecer papel de seda


Renan Antunes de Oliveira

A campanha para vereador de Florianópolis do candidato Lucas de Oliveira (PSDB) estava morna, com visibilidade moderada. Ele fazia pequenas passeatas distribuindo propaganda com sua foto, sua legenda e seu número 45.999 num papel tão fino quanto o de seda utilizado por consumidores de maconha para enrolar o cigarro. Em destaque no santinho estava o apelido: Presidente THC.

Na terça-feira (6), uma ação proposta pelo Ministério Público Eleitoral pedindo a proibição da propaganda deu um empurrão extra na campanha de Oliveira. Na quinta-feira (6), o juiz Luiz Felipe Schuch, da 13ª Zona Eleitoral de Florianópolis, aceitou o pedido da promotoria e concedeu liminar (decisão provisória) contra o Oliveira, também conhecido nas ruas como "candidato da maconha". Aí a campanha decolou de vez e se tornou uma das mais comentadas da capital catarinense.

http://www.bol.uol.com.br/eleicoes/2012/noticias/redacao/2012/09/09/justica-de-florianopolis-proibe-santinho-de-candidato-da-maconha-por-parecer-papel-de-seda.htm

A ação começou com a apreensão pela Polícia Militar da propaganda numa escola. A origem da repressão e a posterior proibição só fizeram redobrar o esforço dos cabos eleitorais do candidato, na maioria adolescentes de escolas públicas.

O promotor eleitoral Sidney Dalabrida viu ilegalidades na propaganda e no uso de adolescentes. No requerimento à Justiça pedindo, afirmou que "o MP deve proteger o eleitor de qualquer artifício capaz de induzi-lo à prática de atos ilícitos, principalmente em face de pessoas ainda sem maturidade intelectual suficiente para compreender os diversos efeitos sobre o organismo que decorrem naturalmente do uso de substâncias entorpecentes".

Na prática, ele pediu o fim da campanha porque ela representaria apologia ao consumo de drogas. Oliveira aproveitou o episódio para desafiar o promotor: sua equipe levou às ruas dois bonecos amordaçados e com mãos algemadas. O candidato se diz vítima de uma perseguição baseada apenas em "argumentos morais".

E o uso de adolescentes na campanha? "Se os jovens podem tirar carteira do trabalho e título de eleitor, por que não poderiam fazer campanha ?”, questiona Oliveira. Ele mesmo responde: "É absolutamente constitucional."

Na quinta-feira, após o juiz conceder liminar proibindo a propaganda, um oficial de Justiça foi ao apartamento do candidato recolher o material. Oliveira e os advogados do PSDB entregaram a defesa no cartório da 13 ª Zona Eleitoral na tarde de ontem (8).

"Passei a noite trabalhando na minha defesa, com os advogados do partido", disse Oliveira. "Minha resposta será simples: na campanha estou exercendo a liberdade de expressão, sou a favor da mudança da lei, pela legalização das drogas. Posso dizer isto onde quiser".


o convidou para entrar no PSDB

Oliveira tem 31 e está com a matrícula trancada no curso de Administração da UFSC (Universidade Federal da Santa Catarina). Ele só tem uma plataforma relevante: é a favor da legalização e do consumo livre da maconha.

Ele se apresenta sempre de terno e com uma faixa presidencial, incorporando o personagem "Presidente THC". Esta assinatura é uma referência ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que o convidou para se filiar recentemente ao PSDB, jogando com as iniciais dele para formar o princípio ativo da maconha, o THC (tetraidrocanabinol).

O candidato realiza passeatas com grupos de estudantes gritando num megafone apenas a palavra "maconha". Para as dezenas de jovens que se aproximam sua equipe distribui a propaganda no papel fininho. "Eu não distribuo [papel] de seda, como dizem. Imprimi 30 mil panfletos num papel de gramatura fina. Botei ali meu CNPJ como candidato e o da gráfica, é uma propaganda perfeitamente legal", defende-se Oliveira, com um sorriso.

O candidato diz que não consome maconha, mas tem uma extensa folha de serviços à causa. É o organizador da Marcha da Maconha em Florianópolis e preside o já folclórico InCa, Instituto Cannabis, fundado por ele, para defender a legalização da droga.

Oliveira diz que estuda o tema e defende o uso medicinal da maconha --ele está em remissão de um câncer. Operado aos 23 anos, sofreu metástase no estômago e coluna cervical, passando por pesadas sessões de radioterapia.

Oliveira já tinha sido candidato a vereador nas últimas eleições pelo PDT. Conseguiu apenas 150 votos. A ida para o PSDB aconteceu no congresso da juventude do partido, realizado em Goiânia no ano passado. Lá, foi convidado por Fernando Henrique Cardoso a defender sua plataforma de drogas dentro do PSDB. O convite feito e aceito.

Hoje, aos que o criticam, responde com um "então prendam FHC", referindo-se ao posicionamento do ex-presidente favorável à descriminalização de drogas leves. "A descriminalização virá cedo ou tarde, a juventude é rebelde e vai quebrar este tabu", afirma Oliveira.


Fonte:

http://www.bol.uol.com.br/eleicoes/2012/noticias/redacao/2012/09/09/justica-de-florianopolis-proibe-santinho-de-candidato-da-maconha-por-parecer-papel-de-seda.htm



Soninha defende (...) e venda de maconha como cerveja
http://eleicoes.uol.com.br/2012/noticias/2012/08/15/soninha-defende-pedagio-urbano-a-r-3-e-venda-de-maconha-como-cerveja.htm



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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

FORA MINISTRA DA MORTE: A petista Eleonora Menicucci - Dilma escolhe ativista pró-aborto para representar todas as mulheres do Brasil

Dilma escolhe ativista pró-aborto para representar todas as mulheres do Brasil


Dilma, a devota de “Nossa Senhora de Forma Geral”, escolhe uma notória defensora da legalização do aborto, ex-guerrilheira comunista, para representar todas as mulheres do Brasil na Secretaria das Mulheres. A ex-guerrilheira já fez dois abortos e confessou que ninguém a obrigou


Reinaldo Azevedo

Eu gosto de sinceridade. Pago um preço alto por dizer o que penso, como sabem. A sinceridade na política é uma tolice? Pois é… Eu não sou político. Leiam o que informa Bernardo Mello Franco, na Folha. Volto em seguida:

Amiga da presidente Dilma Rousseff desde a década de 1960 e sua colega de prisão na ditadura militar, a nova ministra Eleonora Menicucci, 67, promete defender a liberação do aborto à frente da Secretaria de Políticas para as Mulheres. Socióloga, professora titular de Saúde Coletiva da Unifesp e filiada ao PT, ela assumirá o cargo na sexta-feira. Substituirá a também petista Iriny Lopes, que sai para disputar a Prefeitura de Vitória. Menicucci integra o Grupo de Estudos sobre o Aborto e já relatou ter se submetido à prática duas vezes. Ontem, afirmou à Folha que levará sua convicção e sua militância na causa para o governo. “Minha luta pelos direitos reprodutivos e sexuais das mulheres e a minha luta para que nenhuma mulher neste país morra por morte materna só me fortalece”, disse.Na campanha eleitoral de 2010, deu-se um evento fabuloso: Dilma Rousseff, então candidata do PT, notória defensora da “legalização” do aborto — ela empregava essa palavra —, mudou o discurso. Setores da imprensa armaram um escarcéu danado, acusando de “reacionários” todos aqueles que, ora vejam!, lembrassem as palavras da própria candidata.

A polêmica sobre o aborto marcou a corrida presidencial de 2010, quando José Serra (PSDB) usou o tema para atrair o voto religioso. Dilma, que já havia defendido a descriminalização da prática em duas entrevistas, disse ser “a favor da vida”, mas afirmou que não faria uma “guinada à direita” para se eleger. A nova ministra anunciou que fará uma gestão de continuidade. Citou como prioridades o combate à violência contra a mulher e à “feminilização da pobreza” e a preparação das feministas para a conferência Rio+20. Ela negou os rumores de extinção da secretaria, que circulavam desde o ano passado. “Digo isso como futura ministra. A secretaria continua com status de ministério e com muita força”, afirmou.
(…)

Voltei: Sim, meus caros! Material impresso por católicos conclamando os eleitores — católicos — a não votar em defensores do aborto foi apreendido. Pessoas foram presas por simplesmente portar um daqueles papéis. Era nada menos do que censura à liberdade de opinião. Os tais setores da imprensa aplaudiram o absurdo! Ninguém, no entanto, seria preso por imprimir um folheto que pedisse votos para defensores do aborto. Esse simples contraste dá conta da estupidez! E, no entanto, o aborto, ressalvadas os casos previstos em lei, é que é ilegal. Foi um momento de puro surrealismo político.

Pois bem! Dilma foi à Aparecida, escoltada por Gabriel Chalita, e passou a ser católica desde criancinha. Chegou até a declarar numa entrevista a Datena que era devota de Nossa Senhora. “De qual”, ele quis saber. Ela inventou uma santa nova: “Nossa Senhora de Forma Geral”… Mais: chamou a santa de a “nossa deusa”. Dilma inaugurava o paganismo católico.

Pois é… Agora a presidente escolhe para a Secretaria das Mulheres ninguém menos do que uma notória defensora do aborto, Eleonora Menicucci, que já confessou, sem que ninguém a tanto a obrigasse, ter se submetido à prática duas vezes. É claro que o cretinismo patrulheiro e fascistóide — os “fascistas do bem!” — já vão se arrepiar: “Vejam que absurdo escreve esse Reinaldo!” Absurdo por quê? Acho que Dilma estava enganando os eleitores, só isso. Ex-militante do grupo terrorista POC (Partido Operário Comunista), também Eleonora disse ter “muito orgulho e muita honra de ter sido presa política na luta contra a ditadura”.

Pois é… As palavras fazem sentido. Muitos se sentem honrados por ter lutado contra a ditadura. Eu mesmo lutei e acho isso honroso. Luto ainda contra outras formas de ditadura, como a de opinião. E continuo a achar honroso. Mas por que a prisão seria uma distinção honrosa? Fica parecendo que os que não foram presos são menos honrados. Não são, não! Até porque a democracia brasileira chegou pelas mãos dos que fizeram a luta pacífica contra o regime e queriam, de fato, democracia. Não era o caso nem de Dilma nem de Eleonora. Ou o Partido Operário Comunista assaltava bancos — ela mesma participou de ações assim — para instaurar no Brasil a democracia?

Podem urrar à vontade. Fato é fato. Lido com fatos.


Divulgação: www.juliosevero.com



Brasileiros rejeitam em maioria esmagadora agenda abortista e homossexualista do partido do governo

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

sábado, 28 de janeiro de 2012

PLC 122: Senado faz público de palhaço


Senado se recusa a dizer que maioria dos telefonemas é contra projeto gayzista


Julio Severo

Em “reportagem” recente, o Senado Federal reconheceu o óbvio: O PLC 122 foi o projeto de lei mais mencionado no serviço Alô Senado em 2011.

A página oficial do Senado disse: “Dentre centenas de projetos de lei que receberam comentários favoráveis ou críticas de cidadãos em 2011, através do serviço Alô Senado, o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, que criminaliza a homofobia, foi o que mais chamou a atenção, tendo sido tema de 309.320 manifestações no decorrer do ano”.

Se essas 300 mil manifestações tivessem apoiado o governo em sua obsessão gayzista, o “jornalista” do Senado teria feito uma “reportagem” em tom de carnaval: “Maioria dos brasileiros exige fim do preconceito e a aprovação do PLC 122! O que o Senado está esperando para atender à vontade popular?”

Contudo, não tendo nenhum amparo dos sentimentos da população, cuja maioria cristã ainda repugna a agenda gay (apesar da incessante lavagem cerebral do governo e da mídia), o “jornalista” do Senado não teve opção: com uma reportagem murcha e sonsa, ele deixa para a imaginação dos leitores decidir se as 300 mil manifestações foram contra ou a favor do PLC 122.

De acordo com a revista Veja, em maio de 2011 o Senado recebeu mais de 245.000 mensagens por telefone ou internet sobre o PLC 122. Mas Veja deixou claro que a maioria desses contatos era contra.


Diante dessa realidade, um jornalista sério cobraria numa reportagem séria: “O povo já se pronunciou. O que o governo está esperando para atender? Ao invés de um projeto de lei a favor da agenda gay, o povo quer uma lei contra essa agenda. Eu, como jornalista há duas décadas, não entendo essa obsessiva contrariedade governamental à vontade e interesses da população”.

Fazer cobranças é algo que os jornalistas sabem fazer muito bem. Se a maioria dos telefonemas ao Senado tivesse sido a favor do PLC 122, não há dúvida alguma de que nenhum jornalista no Brasil iria perder a oportunidade de exigir energicamente sua aprovação.

Pelo visto, o Senado só mostrará e comemorará os resultados de uma pesquisa sobre o PLC 122 depois que a população tiver aprendido a demonstrar reações em conformidade com a sistemática doutrinação das campanhas estatais e midiáticas a favor da agenda gay.

Enquanto isso, o público terá de se contentar com “reportagens” murchas e sonsas.











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Governo de Dilma Rousseff quer monitoração de mulheres grávidas

Julio Severo e Dr. Zenóbio Fonseca, professor de direito e assessor legislativo
Todos os sistemas públicos e privados de saúde serão obrigados, por norma compulsória, a identificar e cadastrar todas as mulheres grávidas no Brasil, conforme o Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para a Prevenção da Mortalidade Materna, instituído pela Medida Provisória nº 557/11 do governo de Dilma Rousseff em 26/12/11. Uma Medida Provisória é uma ação legal mediante a qual um presidente do Brasil pode decretar leis sem a aprovação do Congresso Nacional.
À primeira vista, a ação do governo federal até parece preocupação com as mulheres, com sua pretensão de cuidar das gestantes em situação de risco, impondo o exame pré-natal e concedendo um auxílio de até R$ 50 para o pré-natal e o acompanhamento pós-parto. As mulheres mais pobres vão pular de alegria com a generosidade estatal.
O governo alega que está obrigando todas as instituições de saúde do Brasil a registrar TODAS as mulheres apenas para saber quais as mulheres que estão em situação de risco.
Entretanto, o que é de chamar a atenção é: qual a razão do governo apresentar uma Medida Provisória em caráter de urgência, bem no dia 26 de dezembro, quando toda a população do Brasil, inclusive os parlamentares, estava totalmente distraída com o Natal? Qual o motivo do governo querer compulsoriamente cadastrar todas as gestantes com o pretexto de ajudar a gravidez se a política partidária e ideológica do PT é no sentido de legalizar o aborto no Brasil?
Essa Medida Provisória foi elaborada por um governo repleto de feministas que alegam que a legalização do aborto fortalece os direitos humanos das mulheres, que tratam o aborto como mero “direito de escolha” nos casos de gravidez comum, ou seja, abortar (matar) o bebê “simplesmente” porque a mulher deveria ter a liberdade de decidir se continua ou não uma gravidez.
É assombroso que a Medida Provisória, que já está em vigor, tem como foco o controle compulsório de todas as mulheres grávidas do Brasil, como questão de saúde pública, mas silencia totalmente na questão do bebê em gestação e seu valor e proteção.
O artigo 3º, inciso V, aponta que o foco é somente a mulher e não o bebê:
“V - estabelecer políticas, programas e ações com o objetivo de aprimorar a atenção à saúde das gestantes e puérperas de risco.”
O artigo 7º, inciso IV e VI, estabelece medidas para evitar novas ocorrências de morte nas mulheres, mas exclui totalmente os bebês em gestação. Ué? Bebês em gestação também não morrem? Qual então é a pretensão do governo? Estabelecer e fortalecer um sistema obrigatório para preparar as mulheres para interromper a gravidez em determinados casos? Implementar a eugenia? Veja:
“IV - informar, em sistema informatizado, a ocorrência de óbitos de mulheres gestantes ou puérperas, com informações sobre a investigação das causas do óbito e das medidas a serem tomadas para evitar novas ocorrências;
“VI - propor aos gestores federal, estaduais, distrital e municipais do SUS a adoção de medidas necessárias para garantir o acesso e qualificar a atenção à saúde das gestantes e puérperas, e para prevenir o óbito materno”.
O fato mais preocupante é que a Medida Provisória limita a garantia individual de liberdade da mulher ao obrigá-la compulsoriamente a cadastrar-se em sistema de controle e vigilância pelo simples fato de estar grávida, mesmo que tenha todas as condições econômicas equilibradas, pague o seu próprio plano de saúde, esteja saudável e não precise do Estado para nada. A Medida Provisória deixa as mulheres grávidas à mercê do controle e intrusão estatal.
Tirar a liberdade dos cidadãos não é prática de governos democráticos. É prática de governos autoritários.
No Brasil agora, basta à mulher estar grávida e o Estado passará, cedo ou tarde, a controlar o fruto de seu ventre compulsoriamente, independente das escolhas dela. Com tal controle, será fácil o governo brasileiro impor o número de filhos que as mulheres poderão ter e exigir um controle da natalidade forçado, conforme a ONU exigir. Afinal, o sistema de cadastramento compulsório das mulheres grávidas do Brasil está sendo estabelecido para atender às exigências da ONU.
Com o tempo, o que o governo fará para regulamentar seu controle sobre as mulheres grávidas? O que será dos bebês em gestação e sua proteção? Se o governo decidir que a gestação de um bebê com síndrome de Down é uma gravidez de risco e a mãe decidir prosseguir, o que o governo fará? Se a mãe tiver algum problema de saúde, porém decidir prosseguir sua gravidez, o que o governo fará? Quais as pressões “médicas” que as mulheres sofrerão dentro do sistema compulsório de acompanhamento pré-natal estatal?
Esta Medida Provisória, por tirar a liberdade das mães e por omitir completamente a proteção dos bebês em gestação, precisa ser denunciada.
A perfeita preocupação às mães envolve garantir sua plena liberdade e proteção e a proteção da vida desde a concepção.



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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

FERNANDO HADDAD - Político Perigoso - Ideologia Educacional para corromper estudantes menores contra os bons costumes!

Máquina de camisinhas: Deputados evangélicos cobram explicações de Fernando Haddad

Na manhã desta terça-feira, 18, os deputados evangélicos João Campos (PSDB-GO) e Paulo Freire (PR-SP) protocolaram uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ministro da Educação Fernando Haddad para que ele explique quais os objetivos de entregar preservativos nas escolas públicas.

O presidente da Frente Parlamentar Evangélica quer que o ministro responda ao requerimento encaminhado a ele em 14 de setembro de 2010, que apesar da Constituição brasileira dar 30 dias para que a resposta seja dada até o momento ele não se pronunciou.

Os deputados querem respostas sobre as maquinas de preservativos que serão instaladas nas escolas públicas. Entre as perguntas estão dúvidas referentes a faixa etária dos alunos que terão acesso às camisinhas, se haverá consulta aos pais e qual seria o real objetivo do governo em promover esse programa.

Essa não é a primeira vez que um projeto de Haddad incomoda a bancada evangélica, no ano passado os parlamentares se uniram contra a distribuição de um kit contra a homofobia, apelidado de “kit gay” as cartilhas e os vídeos induziam as crianças, na percepção dos parlamentares mais conservadores, a terem relações homossexuais. A pressão foi feita e a presidentes Dilma Rousseff suspendeu a distribuição do material.

Entenda o projeto

O projeto do Ministério da Educação é colocar uma máquina de preservativos nas escolas públicas de ensino médio para conscientizar os adolescentes sobre o sexo seguro. Esse programa faz parte do Programa Nacional de DST e Aids que tem como objetivo diminuir os números crescentes de doenças sexualmente transmissíveis entre os adolescentes.

Mas a polêmica não foi levantada só por evangélicos, estudantes, pais e até mesmo educadores já debateram se é válido colocar uma máquina de camisinhas à disposição dos alunos. Mas o Ministério da Saúde e a Unicef defendem o projeto dizendo que jovens entre 13 e 19 anos têm uma vida sexualmente ativa, mas encontram dificuldades para terem acesso aos preservativos.
“Neste local [escola], onde eles estão juntos em turmas de amigos, ter este acesso de maneira, sem preconceito, sem discriminação, com facilitação, acho que é o nosso papel” disse na época o coordenador do Programa DST Aids, do Ministério da Saúde, Dirceu Grecco.

Com informações Estadão



Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/maquina-de-camisinhas-deputados-evangelicos-cobram-explicacoes-de-fernando-haddad/

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com